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2010 começa com novidade: “HISTÓRIA, CINEMA e outras imagens juvenis” é o mais recente lançamento para interessados em cinema brasileiro e em teoria da imagem. |
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Ter, 12 de Janeiro de 2010 21:27 |
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O Vice-reitor da Universidade Federal do Piauí e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, Prof. Dr. Edwar Castelo Branco é o organizador do livro “História, Cinema e outras imagens juvenis”, coletânea que reúne pesquisadores de diferentes universidades e regiões do Brasil. Entre os autores, fuguras exponenciais tais como Rubens Machado Jr, da ECA-USP, Durval Muniz, da UFRN, Ana Maria Maud, da UFF, Luciana Araújo, da UFSCar, Alcides Freire Ramos, da UFU, entre outros. Segundo o organizador, “(...) os textos que compõem [a] coletânea expressam um universo multifacetado da pesquisa acadêmica do Brasil ao mesmo tempo em que articulam pesquisadores de diferentes regiões e interesses. Mas algo faz esmaecer a aparência babélica dos textos: todos indagam sobre o funcionamento social da imagem e, de modo particular, sobre o interesse dos filmes experimentais brasileiros para a pesquisa histórica.” No livro é possível conferir os mais recentes estudos não só sobre cinema, mas também sobre fotografia, música e literatura, com destaque para as manifestações artísticas que marcaram a história brasileira nas décadas de 60/70 no Brasil. Artistas tais como Raul Seixas, Roberto Piva, Jomard Muniz de Britto, Edgard Navarro, Glauber Rocha, Walter Hugo Khouri e Milton Guran são abordados na obra através da análise feita por historiadores com vasta experiência de pesquisa e por estudantes recém saídos da graduação que iniciam sua entrada no campo investigativo da pesquisa histórica. Um livro imperdível a todos os interessados em pesquisa audiovisual que o site Olhar do Vídeo indica pra você. O livro, que pode ser adquirido desde já inclusive através de pedidos ao Olhar do Vídeo, será lançado na Universidade Federal Fluminense, em Niterói, no próximo dia 29 e, em seguida, durante todo o mês de fevereiro, terá vários lançamentos em Teresina. O preço de lançamento é R$ 15,00. A.O. |
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Sex, 18 de Dezembro de 2009 11:17 |
A Report on Torture (1971): a necessidade gritante de tornar explícita nossa maior vergonha. O Coletivo Diagonal ajuda a espalhar, em pleno processo democratização audiovisual, um dos filmes mais polêmicos e menos assistidos pela sociedade brasileira em rápido processo de emburrecimento histórico perante o momento mais horroroso de nossa época: a ditadura militar. Agradecemos a “República do Fiume” por disponibilizar a toda sociedade um dos mais terríveis gritos de desespero a fim de tencionar os limites do vexame nacional. Conheça “A Report on Torture”, segundo o blog o filme é um “documentário rodado no Chile, que traz depoimentos de exilados brasileiros sobrevivente de práticas de tortura cometidas pelo Estado durante a ditadura militar instituída em 1964 no Brasil. Tratam-se de alguns dos prisioneiros libertados em troca da também libertação do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher, sequestrado em 1970 por guerrilheiros brasileiros. Situações absurdas são descritas, como pessoas que eram imobilizadas nuas e tinham um jacaré caminhando por seus corpos, prisioneiros que tinham esposas e filhos pequenos torturados em sua presença para que delatassem ações e companheiros, e o relato de uma ex-prisioneira afirmando que os dias em que só comiam merda eram os bons dias, de torturas mais brandas. A ação sanguinária do Estado não se dirigia apenas a criminosos, o que já é inadmissível, mas também a estudantes, intelectuais, artistas e religiosos, muitos deles inocentes, e não se limitava à tortura, inúmeras pessoas foram mortas por esse regime de exceção. A tomada do poder pelos militares foi justificada como forma de combater a ameaça comunista. Todos os criminosos foram anistiados por lei de 1979 muito contestada e que vem sendo derrubada lentamente. O crime de tortura, por ela considerado um crime político, é na verdade um crime contra a humanidade, como são o genocídio, a limpeza étnica e a esterilização forçada. Crimes contra a humanidade são imprescritíveis e não podem ser objeto de anistia, podendo inclusive serem submetidos a jurisdição internacional ou universal. Muitos daqueles que atuavam criminosamente em nome do Estado ainda ocupam cargos públicos nos dias de hoje, assim como políticos que colaboravam com o regime. A tortura ainda é cometida por agentes do poder público de forma sistemática e generalizada Brasil afora, principalmente em carceragens e penitenciárias. O uso da tortura na atividade policial também é prática corrente e diária, sendo as vítimas, em sua maioria, jovens moradores das áreas mais pobres.”  Assistam, de preferência imediatamente: http://www.torrentreactor.net/torrents/3169368/Brazil:-A-Report-on-Torture-%281971%29 Aproveitamos a oportunidade para divulgar outro belo trabalho realizado pela Associação juízes pela Democracia, que luta para impedir a anistia dos torturadores envolvidos no processo de esfacelamento de facções revolucionárias na ditadura nos anos 60/70, se você é a favor de ser brasileiro, assine o abaixo assinado contido no link abaixo e impeça que nossos carrascos sejam vistos como heróis. “A Report on Torture”, expressão audiovisual que não pode ser esquecida. Assine e conheça esse debate: http://www.ajd.org.br/contraanistia_port.php . |
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Última atualização em Seg, 21 de Dezembro de 2009 12:57 |
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Dom, 06 de Dezembro de 2009 23:41 |
Sesc realiza Mostra do Cinema Francês Contemporâneo A França ocupa papel de destaque na história do cinema. Os movimentos estéticos ali desenvolvidos são fonte obrigatória para pesquisadores e cineastas. Seus artistas e pensadores influenciaram obras de gerações distintas. É notória a admiração dos cineastas, intelectuais, críticos e cinéfilos por filmes franceses, muito difundidos no Brasil por cineclubes e salas de exibição do chamado Circuito de Arte, entre as décadas de 1960 e 90, mas grande parte de sua produção recente é desconhecida pelo público. A parceria entre o SESC e a Embaixada da França no Brasil, com o Convenio de Cooperação Técnica e Artística na Área Audiovisual, objetiva promover o acesso a essas obras e o dialogo entre artistas, intelectuais e o público em geral. A primeira iniciativa resultante do Convenio foi a organização da Mostra do Cinema Francês Contemporâneo, com a colaboração da revista Lês Cahiers Du Cinéma, promotora histórica da reflexão sobre a arte do cinema. Planejada para exibição em 231 Centros de Atividades do SESC, distribuídos pelos 27 Estados, a Mostra apresenta oito filmes produzidos entre 2000 e 2007 premiados em importantes festivais internacionais do cinema e sem distribuição comercial no Brasil. Em Teresina a Mostra de Cinema Francês Contemporâneo acontecerá no período de 08 a 11 de Dezembro no auditório do Sesc da avenida Maranhão. Durante o evento, além das exibições dos oitos filmes que compõe a mostra, o público terá acesso a eventos complementares, como: palestras e apresentações artísticas ligadas à música, teatro e dança. Confira a Programação: Dia 08/12
A Esquiva De Abdellatif Kechiche Gênero: Comédia Dramática Duração: 117’ Horário: 11:30h Até Já Benoît Jacqout Gênero: Drama Duração: 95’ Horário: 15:30h Apresentação Artística - Carmem – Balé de Teresina Gênero: Artes cênicas/Dança Duração: 20’ Horário: 17:00h Palestra: Novelle Vouge e a Influencia no Cinema Novo Palestrante: Adriana Galvão (Artista multimídia, Professora Substituta da UFPI, Licenciada em Educação Artística pela Faculdade de Belas Artes/USP). Horário: 18:00h
Dia 09/12
Assassinas Patrick Grandperret Gênero: Drama Duração: 97’ Horário: 11:30h De Volta à Normandia Nicolas Philibert Gênero: Documentário Duração:113’ Horário: 15:30h Palestra: Fotografia Francesa e a sua influência sobre o olhar dos brasileiros Palestrante: Antônio Quaresma (Mestre em semiótica e Comunicação, Doutorando em Fotografia) Horário: 18:00h Apresentação Artística - Molière – Cia Os Cara de Teatro Gênero: Artes cênicas/Teatro Duração: 20’ Horário: 20:00h Dia 10/12
O Último dos Loucos De Laurent Achard: Gênero: Drama Duração:96’ Horário: 11:30h Povoado Number One Rabah Ameur – Zaimeche Gênero: Drama Duração:100’ Horário: 15:30h Palestra: A Missão Francesa no Brasil e a Construção da Arte de um Império Palestrante: Cícero de Brito (Mestrando em História Cultural/UFPI. Professor efetivo do curso de bacharelado em moda da UFPI). Horário: 18:00h Apresentação Artística – Jean Genet – Cia Sinos de Teatro Gênero: Artes cênicas/Teatro Duração: 20’ Horário: 20:00h Dia 11/12
A França Serge Bozon Gênero: Drama Duração: 102’ Horário: 11:30h Tudo Perdoado Mia Hansen – Love Gênero: Drama Duração: 105’ Horário: 15:30h Palestra: A Música Francesa no Cinema Palestrante: Alfredo Werney é formado em Educação Artística pela UFPI (Habilitação em música), especializado (a nível técnico) em trilha sonora para cinema e TV pela escola de Música de Brasília. Horário: 18:00h Obs: O acesso às atividades da mostra de cinema é gratuito e o público participante receberá catálogo com informações detalhadas dos filmes.
fonte: Cineclube Olho Mágico. |
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Última atualização em Seg, 07 de Dezembro de 2009 00:08 |
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Sáb, 28 de Novembro de 2009 18:09 |
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Mostra Diagonal de vídeos em Teresina: estilhaços de uma minoria ou cultura audiovisual? O panorama audiovisual brasileiro aconteceu aqui. Nos dias 23 a 26 de novembro foi possível conferir a exibição de cerca de 80 filmes de todos os gêneros e mais diferentes linguagem, mais de doze horas de muita informação do que vem sendo produzido em 16 estados, com a presença de Bolívia e Portugal em Teresina. A ação cultural do Coletivo Diagonal (agora com a participação de Meire Fernandes e Aristides Oliveira) foi confessadamente marcada por muitas dificuldades (falta de expectativa que o Brasil precisa saber: Teresina – focando seus agentes escultóricos, metidos a monumentos – atrapalham e minimizam a vontade de fazer dos mais novos). Ignorância que impediu ao evento ganhar mais espaço na “cena” local e principalmente pelo boicote ressentido movido por favores (sem amores) de ordem menor, irrelevante. Fazer arte com as próprias mãos é um posicionamento, uma necessidade que é imperativa em nós, como diz Navarro: “estamos aqui para tentar”, tentar como um formigamento nas bordas, uma atitude para que a cultura audiovisual em Teresina desperte em longo prazo. Nossos verdadeiros agradecimentos a todos os artistas que contribuíram para que a II Mostra de vídeo fosse possível e aos espectadores persistentes, que tem consciência da importância do fenômeno cultural que o cinema nacional de curta-metragem vem ganhando no país. Vocês (público minoritário desdobrado em multidão e aos cineastas construtores da nova geração) são os responsáveis pelo sucesso da Mostra e o combustível da nossa vontade: fazer cinema para pessoas inteligentes. Acreditamos na militância cultural de tornar Teresina um eixo valorizado para o fluxo de filmes fora do circuito e o Coletivo Diagonal se responsabiliza ao investir nesse caminho. Contamos com todos vocês, estilhaços de uma minoria que vem passo a passo, fazendo do cinema a bandeira cultural para revelar as potencialidades criativas do Brasil. Aos amigos, nosso obrigado. Aos ausentes, um abraço sem volta. Coletivo Diagonal: posicionamento, vontade e persistência audiovisual. Obs: precisamos ver mais filmes. Aristides Oliveira e Meire Fernandes |
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Última atualização em Sáb, 28 de Novembro de 2009 18:23 |
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